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11/09/2018

Reformar a casa: quando é realmente necessário?

Com ponderações e dicas simples, arquiteta Cris Paola revela como ter um olhar atento para evitar uma reforma desnecessária

Reformar a casa: quando é realmente necessário?


Projeto Cris Paola. Foto: Hamilton Penna


Ter uma casa funcionando 100%, sem nenhum objeto quebrado, revestimento lascado e tudo no devido lugar é uma tarefa quase impossível. Com a correria do dia a dia, os pequenos problemas passam desapercebidos e a luz vermelha dos moradores costuma acender apenas quando a situação se encontra bastante prejudicada.

Com mais de 30 anos de experiência em arquitetura e designer de interiores, a profissional Cris Paola do escritório Studio Cris Paola, trabalha como ‘olho de lince’ de seus clientes. “Nosso cérebro é muito inteligente e completa as situações. Na vivência em nossas casas, o olhar está acostumado e, por isso, não conseguimos encontrar os defeitos. E, em geral, quando damos conta da situação, já é tarde demais”, explica a arquiteta.

Nesse interim, surge uma palavra em mente: reforma. Mas quando essa intervenção é realmente necessária? Poderia ser substituída por uma manutenção mais aprofundada ou reflete também um desejo mais profundo de mudança por parte do cliente?

Antes de começar o quebra-quebra em casa, Cris Paola propõe algumas ponderações importantes. Acompanhe:

1.A prática da observação

Consciente de que toda casa tem seu tempo de vida útil, a profissional sugere praticar uma atenção apurada e diferente sobre o que acontece (ou não) em casa. Por isso, Cris aconselha que, ao sair para trabalhar ou cumprir outras tarefas da agenda, o morador retorne com uma visão capaz de verificar o que está diferente. Em um dia chuvoso, por exemplo, perguntas básicas para quem mora em casa: Será que a calha está limpa? Há quanto tempo não dou uma olhada para verificar se não há algum vazamento?. Com a chuva, também é possível observar infiltrações no teto e nas paredes que, caso não solucionadas no tempo correto, podem resultar em problemas estruturais.

Depois de observar tudo o que está comprometido na residência, é hora de pensar nas prioridades, pois a depender do volume, o morador pode sentir no bolso um forte impacto financeiro dessas renovações. Para se antecipar, a arquiteta também sugere a prática do check up mensal. “Analisar com uma frequência marcada colabora para não chegar ao extremo de reformar um ambiente inteiro ou ainda pior: a casa inteira”, reitera.

2.Problemas na casa ou vontade de renovar?

Muitas vezes a reforma é fruto do desejo de mudar. No caso da chegada do bebê, que demanda a integração de um novo dormitório na casa, é possível considerar que talvez não seja necessário iniciar uma obra por completo. Caso também de uma sala de estar, que ao seguir com o mesmo décor por um longo período, produz um desconforto e a ideia permanente de reforma. “Renovar a cor das paredes, mudar a disposição dos móveis, adquirir novos objetos e agregar o charme da manta e almofadas em cima do sofá pode trazer o conforto esperado e apartar o desejo da reforma tradicional. Um profissional de decoração consegue relacionar o que pode ser produzido em um curto espaço de tempo”, enumera Cris Paola.

3.Planejamento

Se tudo pender para a intervenção por meio da reforma, planejar é o verbo. A contratação do projeto executado pelo profissional de arquitetura é capaz de relacionar o que precisa ser feito, especificar item por item os materiais necessários, orçar e estimar o tempo. “Um cronograma bem-feito é capaz de minimizar as dores de cabeça e as histórias tristes que todos têm para contar. Obra é como uma orquestra: cada etapa tem sintonia com a obra e tudo precisa seguir de forma bastante afinada”, compara Cris.

4.Questões técnicas

Para quem mora em apartamento, a arquiteta traz uma etapa fundamental antes da equipe começar a reforma: seguir as normas indicadas na NBR 16.280/2015 – Reformas em Edificações – Sistema de Gestão de Reformas – Requisitos, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A regulamentação aponta os casos em que se faz necessária a elaboração de um laudo que assegura ao síndico a segurança das intervenções frente aos demais moradores e eventuais danos. “Ao contratar um profissional, o morador recebe todas as orientações”, finaliza Cris Paola.

Studio Cris Paola - http://www.studiocrispaola.com.br



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