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14/02/2018

Ribeirão Preto registra aumento nos financiamentos imobiliários

Retomada do financiamento imobiliário em alguns municípios da região mostra um primeiro sinal de reversão do segmento, aponta pesquisa do Ceper/Fundace



O endividamento das famílias brasileiras em relação à renda continuou caindo nos últimos meses. De acordo com o Boletim Crédito do Ceper/Fundace, baseado em dados do Banco Central, em outubro de 2017, o endividamento foi de 41,44%. Apesar do ligeiro aumento em relação ao mês anterior, a trajetória é razoavelmente constante.

Operações de Crédito – A inadimplência das carteiras de crédito, isto é, o percentual dos empréstimos com mais de 90 dias de atraso continuam em queda. “Esta reversão é importante para a retomada da economia, pois reduz o grau de incerteza para que as instituições financeiras realizem novos empréstimos”, explica o pesquisador do Ceper e coordenador do boletim Crédito, Luciano Nakabashi.

Algumas das principais causas para a reversão desta trajetória é a queda dos juros básicos da economia e a redução do endividamento de empresas e famílias. Nos últimos meses, o estoque de crédito de pessoas jurídicas continuou caindo, enquanto o de pessoas físicas se estabilizou a partir de meados de 2017.

A evolução do crédito, principalmente das empresas, ainda continua sendo afetada pelo baixo nível de atividade e incerteza econômica que prevalece. Em novembro de 2017, o estoque total de crédito foi de R$ 3,07 trilhões, valor próximo ao observado em meses anteriores.

Pela primeira vez desde o início da crise econômica, a categoria de financiamentos imobiliários em alguns municípios apresentou variação positiva, destacando-se os desempenhos de Araraquara (+2,2%), São José do Rio Preto (+2,1%) e Ribeirão Preto (+1,9%).

Destaque também para o município de Sertãozinho que apresentou variações positivas em três das categorias de crédito: financiamentos imobiliários (+1%); operações de crédito (+9,2%); e agronegócio (+49,5%).

“A retomada do financiamento imobiliário em alguns municípios mostra um primeiro sinal de reversão do segmento. No entanto, a recuperação será lenta, ainda mais quando se consideram os valores dos financiamentos imobiliários do estado de São Paulo e do Brasil, que apresentaram quedas relevantes em relação ao mesmo mês do ano anterior”, avalia o pesquisador.

Análise – De maneira ampla, de acordo com o levantamento do Ceper, a trajetória do estoque total crédito (pessoas físicas e jurídicas) indica que a economia vem passando por um importante processo de ajuste que, de certa maneira, se reflete no cotidiano do País.

“Não obstante a trajetória de retração, a economia apresenta sinais de recuperação em algumas localidades e em setores específicos, como o de financiamentos imobiliários em alguns municípios. Mesmo que esta retomada ainda esteja no início, é possível concluir que isso se deve aos movimentos recentes de redução dos juros, redução do endividamento das famílias e empresas e de uma maior estabilidade no mercado de trabalho, além de uma inflação controlada (2,95% ao final de 2017)”, analisa Nakabashi.

O Boletim Crédito completo pode ser acessado no site da Fundace neste link: https://www.fundace.org.br/_up_ceper_boletim/ceper_201801_00341.pdf



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