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Inspeção Predial é decisiva na segurança dos imóveis



Especialista do IBAPE/SP fala sobre medidas preventivas de segurança nos imóveis que podem se agravar em períodos de chuvas pela falta da manutenção correta.

O verão se aproxima e junto com ele o forte período de chuvas que causam transtornos em diversos setores que atingem nosso dia a dia. Trânsito caótico, desmoronamentos e problemas estruturais e técnicos nos imóveis são os danos mais decorrentes nesta época do ano. Mas o que fazer? Como proceder?

Segundo, Ana Maria Biazzi, coordenadora do Ibape/SP (Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo), o procedimento correto é estar com a Inspeção Predial em dia com a manutenção e não buscar soluções reparadoras. Para Ana Maria é comum que as pessoas se preocupem com o problema quando ele ocorre, mas alerta que medidas reparadoras, nem sempre atendem a 100% dos objetivos, além de serem mais trabalhosas e gerar um alto custo.

“A inspeção predial é aconselhada a cada dois anos para prédios de até 10 anos de construção e gira em torno de 1% a 2% do valor mensal da taxa de condomínio. Um laudo com fotos e informações detalhadas que apontam as anomalias e a ordem de prioridade de serviço é o principal resultado do trabalho”, explica Biazzi, chamando atenção para a revisão de sistemas de calhas, encanamento, rede de esgotos e instalação elétrica, pontos que normalmente são mais agravados com as chuvas, tempestades e vendavais.

A coordenadora explica ainda que os principais problemas estruturais nos condomínios são causados pela infiltração de água e vazamentos que danificam revestimentos de fachadas ou rejuntes de pisos. Há também problemas causados pelo excesso de folhas que entopem as calhas.

Segundo o IBAPE/SP cerca de 80 a 90% dos imóveis que não passam por revisão tem algum problema de segurança, estado de conservação, manutenção, desempenho, exposição ambiental, utilização e operação. “A maioria das edificações do país não seguem as normas da ABNT, por isso temos tantos problemas. Após cinco anos de uso, todo empreendimento deve fazer um check up preventivo para detectar possíveis anomalias, entretanto o brasileiro não tem a cultura da manutenção e são poucos os síndicos que fazem o acompanhamento”, revela.

O problema cresce ainda mais nos centros urbanos e nas cidades litorâneas. “É mais comum nos grandes centros, pois as edificações estão expostas a todo tipo de poluição, inclusive a sonora. Já nas cidades litorâneas o grande problema é a oxidação, por isso algumas medidas preventivas já devem ser tomadas no planejamento da obra. O problema não é a chuva, e sim a falta de manutenção agravada por ela”, conclui.



Fonte: KB Assessoria em Comunicação


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